Na última semana, a Microsoft anunciou algumas mudanças drásticas no Xbox Game Pass e Xbox Cloud Gaming ao determinar o fim do tempo ilimitado ao acesso de jogos pela nuvem no serviço. Felizmente, o Brasil está fora dessa restrição no que se refere aos assinantes existentes.
Recapitulando, a ideia é que mesmo que você seja assinante do plano mais caro do Xbox Game Pass, o Ultimate, as quantidades de horas que você pode jogar pela nuvem sejam limitadas – neste caso para até 15 horas. Antes desta determinação, o acesso era ilimitado. Tal situação causou descontentamento de muitos jogadores que utilizam ao Xbox Cloud Gaming, mas agora surgiram alguns esclarecimentos relevantes.
A partir de novembro, os assinantes deverão enfrentar limites mensais de uso relativamente baixos: 15 horas no Game Pass Ultimate, 10 horas no Premium e apenas 5 horas no Essential. No entanto, a Microsoft aparentemente está reconsiderando essa mudança em alguns mercados, e o Brasil estaria entre os países que podem ficar de fora das novas restrições.
Muitos jogadores do Xbox estão recebendo e-mails com novas regras que são muito importante que você tenha conhecimento já que se você estiver no Brasil e já for assinante com renovação automática ativada em sua conta não deverá se preocupar com isso.
O e-mail diz o seguinte:
Por enquanto, essas mudanças afetarão apenas novas compras e não afetarão sua assinatura atual no mercado em que você reside, desde que você tenha um plano de renovação automática.
Perceba que a parte negativa é que caso você cancele sua conta do Game Pass e depois retorne assinar, neste casos os novos limites serão impostos na sua conta. O e-mail também informa que, caso a Microsoft decida modificar os termos das assinaturas já existentes, os jogadores afetados serão avisados com pelo menos 60 dias de antecedência. Nesse período, eles poderão optar por cancelar ou alterar o plano contratado.
De acordo com mensagens que os jogadores estão recebendo, esta oferta é válida apenas para França, Alemanha, Austrália e Brasil. Ainda não sabemos se isso irá ser aplicado além destes países. Podem ser também porque as leis desses países sejam diferentes para os consumidores ou que o mercado de nuvem seja muito importante também.
