God of War Ragnarok vira “jogo do Thor” na audiência: por que a Sony não coloca no PS Plus?

God of War, 2018

Nas fases finais da audiência entre a Microsoft e a FTC, também se falou em assinaturas e o que poderia significar a chegada de Call of Duty ao Xbox Game Pass, ao que a juíza Corley perguntou porque a Sony não pode colocar o jogo do Thor, também conhecido como God of War Ragnarok, no PlayStation Plus para competir.

É claro que este é um discurso muito interessante e que revela o cerne da questão de várias maneiras: a Sony diz que o Xbox Game Pass destrói o valor dos jogos e, portanto, é claro que não quer ter que competir com a Microsoft neste ramo.

Isso porque, caso Call of Duty realmente viesse a fazer parte do catálogo do Game Pass, a empresa japonesa se veria obrigada a reagir exatamente como imaginou a juíza Corley, trazendo seus principais blockbusters para o PlayStation Plus em mais velocidade, talvez desde o primeiro dia como ele absolutamente quer evitar fazer.

Um prejuízo para a Sony ou para os consumidores?

Voltamos, portanto, ao discurso subcorrente, que pairou no tribunal desde o início e que muitos acham difícil de explicar: a aquisição da Activision prejudica a Sony, mas o cerne da questão não é defender os interesses dos consumidores?

Nesse sentido, mesmo que Call of Duty chegasse ao Game Pass e a Sony fosse obrigada a sair de sua zona de conforto para competir no plano de serviço de assinatura, assim como poderia ser ruim para os usuários se encontrarem no PlayStation Plus, “o jogo do Thor” e outros exclusivos originais?

 

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