Segundo uma nova reportagem da Bloomberg, a Sony teria decidido interromper o desenvolvimento de PHYSINT por uma combinação de fatores, incluindo atrasos no cronograma, aumento dos custos de produção e a ausência de um acordo que garantisse exclusividade permanente para o PlayStation.
Ao todo, o conjunto desses três embates foram supostamente os responsável para que a Playstation interrompesse sua parceria em junho de 2026. Após três meses, o Xbox e Hideo Kojima recentemente anunciaram que irão prosseguir com o desenvolvimento do jogo. Parce que a questão do orçamento não foi um problema para Asha Sharma.
Outro ponto de destaque também, ao menos de acordo com o jornalista Jason Schreier, que conversou com pessoas familiarizadas com o projeto, o desempenho comercial dos dois jogos anteriores da Kojima Productions também teria influenciado a decisão. De acordo com as informações divulgadas, Death Stranding e Death Stranding 2 não alcançaram as “expectativas de receita” estabelecidas pela PlayStation.
Mesmo com o lançamento de PHYSINT ainda distante, o projeto já estaria enfrentando problemas no desenvolvimento. A produção teria perdido alguns prazos e estaria caminhando para ultrapassar o orçamento inicialmente previsto. Outro ponto considerado importante pela Sony seria a questão da exclusividade: PHYSINT não permaneceria exclusivamente nos consoles PlayStation.
O primeiro Death Stranding chegou posteriormente ao PC e ao Xbox Series X|S, enquanto Death Stranding 2 atualmente está disponível para PS5 e PC. Diante desse cenário, a Sony teria optado por interromper sua participação no projeto.
Após a decisão, a Kojima Productions teria passado cerca de três meses em busca de uma nova empresa para assumir a publicação do jogo. O estúdio acabou encontrando a Xbox, e, segundo Schreier, Asha Sharma, chefe da divisão Xbox, considera PHYSINT uma “boa oportunidade de investimento”.
A Microsoft pretende lançar o título para Xbox e PC. A reportagem da Bloomberg, entretanto, não menciona qualquer versão de PHYSINT para PlayStation.
Fonte: Bloomberg
